A forma como marcas são encontradas na internet está passando por uma mudança silenciosa. Ferramentas de inteligência artificial generativa passaram a responder perguntas e organizar informações de forma direta, influenciando a maneira como empresas e especialistas ganham visibilidade.
Nesse contexto, estar presente em canais digitais não é mais suficiente. Marcas que não constroem uma comunicação consistente e baseada em credibilidade tendem a perder espaço nas respostas da IA, mesmo mantendo presença ativa em redes sociais ou campanhas pontuais.
Os sistemas de IA priorizam fontes que conseguem ser compreendidas com clareza e estabilidade. Quando encontram mensagens contraditórias ou pouco alinhadas, a tendência é reduzir a relevância da marca nas respostas apresentadas aos usuários.
Esse processo começa a ser observado por meio do Share of Model™, métrica que indica como marcas são citadas, compreendidas ou deixadas de lado pelos modelos de inteligência artificial. O indicador ajuda a entender por que algumas empresas aparecem de forma recorrente nas respostas, enquanto outras se tornam menos visíveis.
Segundo Isadora Reis, fundadora e CEO da PulseBrand, a credibilidade passou a ser um fator determinante nesse novo cenário. “A inteligência artificial não cria autoridade. Ela reflete o que já está disponível publicamente. Marcas que não sustentam uma narrativa consistente acabam perdendo espaço”, explica.
Com a IA assumindo um papel crescente na mediação da informação, a construção de autoridade digital se torna um elemento estratégico para empresas que desejam manter relevância e confiança no ambiente digital.
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