O agropecuarista Thiago da Matta Fagundes, já investigado por uma série de fraudes envolvendo compra e venda de gado e imóveis, recebeu uma nova condenação da Justiça de Goiás. No domingo (23/11), a Vara Criminal de Porangatu sentenciou Thiago pela prática de furto qualificado, após concluir que ele subtraiu bens de uma fazenda cuja posse e propriedade já haviam sido transferidas a outro titular.
De acordo com a sentença, Thiago retirou da propriedade estruturas essenciais à atividade agropecuária, como brete e balança, após a lavratura da escritura pública e transmissão formal da posse, evidenciando, segundo a magistrada, “inequívoca intenção de se apropriar de bens alheios”. O documento destaca que a subtração ocorreu quando Thiago já não detinha mais qualquer domínio jurídico sobre o imóvel.
A decisão integra um conjunto de processos e investigações envolvendo o agropecuarista. Em outro caso, ainda pendente de julgamento pelo Tribunal de Justiça de Goiás, Thiago já havia sido condenado por estelionato por obter vantagem ilícita de R$ 1.599.600,00 em uma negociação de compra e venda de gado com o produtor Manoel Pereira Salgado. Segundo a decisão de primeira instância, ele induziu a vítima a erro por meio de ardil e manobras fraudulentas.
Além do histórico de fraudes em transações rurais, apurações conduzidas pela Polícia Civil apontam que Thiago também teria participado de operações financeiras irregulares envolvendo o Sicoob, incluindo renegociações indevidas e reencaixe de garantias imobiliárias previamente alienadas. O relatório policial menciona a atuação de diretores e colaboradores da instituição, que teriam facilitado manobras operacionais relacionadas a cédulas de crédito bancário e à blindagem patrimonial atribuída ao grupo ligado ao agropecuarista.
As decisões judiciais e os elementos reunidos pela investigação sugerem, segundo as autoridades, um padrão reiterado de ilícitos patrimoniais associados ao nome de Thiago da Matta Fagundes, com impactos significativos sobre produtores rurais, investidores e o ambiente de negócios do agronegócio goiano.
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